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Contos Eróticos de Estrupro
Duas vezes violentada
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Meu nome é Jocilene. Nascí numa cidadezinha do interior de São Paulo. Sou casada, evangélica e trabalhadora.

Amo a vida com todas as minhas forças... Bem, vou relatar uma tragédia pessoal. Certa vez, há pouco mais de 4 anos, eu e uma amiga/colega de trabalho, também evangélica que nem eu, fomos vítimas de um traumatizante e inesquecível sequestro, seguido de estupro. Trabalhávamos num Supermercado da cidade chamado "Bompreço", naquela oportunidade. Saímos juntas à noitinha, qdo 3 homens nos abordaram de forma rápida e violenta. Fomos jogadas numa Van de cor escura, levadas para um lugar dserto. Eles nos doparam, antes de chegarmos no tal lugar. Lá, durante dois dias inteiros, os 3 fizeram de tudo comigo e com Bete. Abusaram de nossos corpos como quiseam e puderam. Ficamos amarradas e nuas sobre um velho colchão, servindo as loucas taras daqueles homens. Sexo sem limites... Tivemos uqe fazer sexo anal e oral pra valer. Parecia que era a grande tara dos tres babacas. Foi uma experiência terrível para nós duas... Passado algum tempo. mais uma vez, eu fui vítima do mesmo mal.

Desta vez, me sentí culpada por tudo, pois eu costumava pegar alguns ônibus coletivos lotados, qdo saía do trabalho. é claro que sempre apareciam os aproveitadores de plantão. Encoxadores e tarados se esfregavam na minha bundinha.

Eles com seus apertões, esfregões e mãos bobas.;. Pra ser bem sincera, eu confesso que, por algumas vezes, eu até curtia bastante aquelas deliciosas situações em que estranhos me encoxavam no traseiro.Quando isso acontecia, eu os provocava pra valer, empinando a bundinha para que eles, e eu também, se deliciassem com tudo. Acontece que acabei por pagar um preço alto. Uma vez, um cara forte e mal encarado se esfregava no meu rabinho. Eele chegava a colocar a mão no meio do meu rego. Eu gosdtava daquilo.

De repente, ele me espetou com um canivete, fazendo ameaças, caso eu não descesse do busum lotado com ele. Desacemos num certo ponto da avenida. Assustada, eu fui levada para um terranão baldio, que tinha uma casa em ruínas no fundo. Tudo era escuro e fedido naquele lugar. Tomei uns tapas na cara, por tentar resistir e fugir daquela situação. Já havia um papaelão no chão. Devia ser usual para aquele maníaco levar suas vítimas praquele local deserto. Eele arrancou minha saia preta e minha calcinha bege. Fez-me ficar de quatro pés, e começou a por o seu pimto enorme no meu rabinho. Aquela coisa que ele tinha entre as pernas era gigantesca e dura. um mastro mesmo. Comecei a dar gritos e urros desesperadores a cada estocada dele na minha bundinha.Eu berrava sem parar. Sem dó de mim, ele aumentava a força e a intensidade das estocadas no meu reguinho. Logo vieram os primeiros jatos de esperma, emitidos pela pauzão do safado. Eu transpirava e sentia tonturas.

E ele continuava com o cacete enfiado atrás de mim. Me xingava de coisas feias. E , sem tirar de dentro, seguiu a me enrabar de novo. Desta vez, ele fazia movimentos mais leves e pausados. Comecei a gotar daquilo. Passei a rebolar e remexer o traseiro. Aquilo tava delicioso. Fui cedendo aos suas socadas no meu cuzinho. Eele sabia disso. Começou a fazer mais e mais gostoso. Gozei Gozei Gozei sem parar. E ele também. Eu tava toda melada e fedida. Sangue escorria do meu cuzinho e a gala grossa dele fedia muito. Antes de ir embora, ele me deu outras porradas no rosto. E foi me batendo, até que desfalecí no chão daquele lugar estranho. Acordei, tempo depois. Um casal de mendigos estava ao meu lado.

Me ajudaram. Me socorreram. Notei que o tarado havia levado minh calcinha de lembrança. Devia ser um tipo de "troféu" para ele. Hoje, eu perdí a vergonha, o pudor, o respeito por mim e pelo meu marido. Vieri uma mulher de programa. Sempre faço sexo anal com estranhos na rua. Mue marido não gosta de fazer anal. Nunca gostou. Eu procuro os meus "clientes" em ônibus lotados ou pelas ruas da cidade. Porvoco eles pra valer. Hummmm. ANAL É TUDO DE BOM!!! Se vc quiser trocar experiencias comigo me escreva ou me procura na internet.
Autor: Jocilene
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