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Contos Eróticos de Interraciais
Castigo de um cd amador- iii parte- ganhando um par de cornos
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Bárbara conduziu o carro durante mais de uma hora. Eu seguia no banco traseiro totalmente despido, com os tomates pousados em cima de um saco de gelo e duas pedras de gelo enfiadas no cu para estancar o sangramento que os quatro africanos me tinham provocado nele, apenas com os olhos e os lábios pintados e as botas de cano alto que ela me calçara antes de sair de casa. Eu seguia excitadíssimo com a ideia de saber com quem minha esposa planeava encontrar-se a fim de me pôr os cornos e finalmente já perto da meia noite, Bárbara parou a viatura perto de um armazém fechado, onde tal como na obra onde eu fora enrabado, ela sabia encontrar-se um guarda nocturno negro. Minha esposa consentiu então que eu tirasse as pedrsa de gelo e me cobrisse com um seu casacão comprido, de cor negra e gola com pele de raposa, ordenando-me em tom firme:

- Agora ó paneleiro vais bater na porta do armazém e quando o guarda vier abri-la vais-lhe dizer que estás com a tua mulher, e como és um frouxo de piça mole que te esporras depressa demais não a consegues satisfazer como um homem deve satisfazer uma mulher, e ela anda por isso muito carente. Como ouviste dizer que ele tem um bacamarte portentoso e 10 filhos das três mulheres com quem vive, vais-lhe rogar o especial favor de me comer. Quero que te humilhes ao máximo quando lhe estiveres pedindo para me cobrir, nem que seja preciso mostrares-lhe a tua pilinha enfezada e os teus ovos de codorniz para o convenceres como és muito mal formado de material masculino e incapaz de te pores numa mulher. Se lhe pedires com jeito até pode ser que ele te conceda deixar-te assistir à nossa trepada para te ensinar como é.

Esta recompensa pareceu-me óptima, vê-la fodendo com outro depois de ter sido enrabado pareceu-me o máximo gozo para culminar aquela noite. Vesti então o casacão preto e dirigi-me à porta do armazém. De facto o colosso que ma abriu era imponente. Não teria mais de 40 anos, mas era robusto e alto, com mais de 1,90 e umas mãos enormes. A minha indumentária feminina surpreendeu-o mas não me tratou com escárnio como os seus conterrâneos poucas horas antes, apenas me perguntou o que queria dali àquela hora. Bárbara a poucos metros de distância espiava-me pelo pára-brisas pelo que procurei desempenhar o meu papel o melhor possível para ganhar o prémio prometido. Expliquei-lhe que ao contrário dele eu era muito mau na cama, não conseguia satisfazer uma mulher pois meus colhões esvaziavam o leitinho mal eu metia numa mulher. Além disso o meu caralho era muito mal desenvolvido, demasiado fininho para um caralho de homem, tão fininho que mais parecia um fósforo pelo que qualquer mulher mais rodada se recusava a apanhar com ele, de tal maneira mal o sentia roçando-lhe as bordas dos lábios. Minha mulher andava por isso muito desconsolada pelo que eu gostaria de a ver sendo servida por um garanhão como ele, com força na verga suficiente para encher por 10 vezes a barriga de três mulheres, coisa que a minha nunca o conseguiria fazer. O homem parecia divertido com a minha história e o pau grosso como um bastão ia-lhe crescendo nas calças mas não parecia acreditar na minha conversa.

- Eu sei – disse-me – o que são caralhos de brancos. E nem de perto nem de longe se podem comparar com os nossos, mas nunca ouvi falar de nenhum branco que o tivesse tão pequeno que não conseguisse satisfazer mulher alguma. Mas se isso é verdade então a sua esposa se não anda a pular a cerca que era o que as minhas mulheres fariam se eu não as satisfizesse, deve trazer a cona tão fechadinha como a de uma virgem, e assim sendo não a aconselhava a provar do meu pois a iria deixar bem rebentada. Ou então como me parece mais certo a sua esposa é mas é um camafeu que nem o marido gosta de a montar.

Bárbara é um tesão embora pequenina e eu fiz-lhe sinal para sair do carro a fim de que o guarda pudesse comprovar como era apetitosa, o que de facto ele comprovou dizendo-me que se eu não tinha tesão suficiente para uma mulher daquelas então nada ma faria pôr de pé. Bárbara confirmou a minha pouca aptidão para foder e o tamanho reduzidíssimo dos meus genitais. E para que não restassem duvidas ela própria me estipulou que abrisse o casacão e os mostrasse ao africano avantajado que ficou pasmado vendo aquelas coisas tão minguadas e arroxeadas do gelo.

- Chica! – exclamou – já vi alguma pirocas brancas e sempre as achei pequenas, mas nunca vi nem nunca verei quero crer, nenhuma outra como essa. Não admira que sua mulher ande desconsolada e ande sonhando com pirocas mais preenchidas. Eu se tivesse uma assim teria vergonha de me pôr em mulher alguma.

Bárbara confirmou tudo o que ele dissera e ainda acrescentou que em sua opinião eu não passava de um paneleiro que acabara de apanhar no cu de quatro matulões, e gostando de me vestir com as suas roupas íntimas maquiado como uma puta. Acrescentou que sendo eu um esporrador precoce gostaria que me comesse à sua frente para lhe mostrar como se comporta um verdadeiro macho em cima de uma mulher. Minha esposa falava como uma mulher da rua e tanto eu como o negro achávamos aquilo fascinante. O caralho dele balouçava nas calças e o meu apesar de enregelado começava dando sinais de vida. Lia na cara dele que sendo aquilo tudo verdade eu era o marido apropriado para levar nessa noite com uma parelha de chifres, mas estava algo desconfiado. Nós éramos dois, ele estava sozinho embora fosse um Hércules, sabia lá se aquilo não era um pretexto para nos introduzirmos no armazém e o roubarmos. Minha mulher sossegou-o:

- Um homem com aspecto tão másculo capaz de assegurar tanta descendência não tem decerto medo de uma esposa mal fodida e de um maridinho panasca e corno. Mas para o tranquilizar mais amarrámos o meu marido e ele não o poderá molestar.

O homem tranquilizado mandou-nos entrar certificando-se que não havia mais ninguém na rua, e Bárbara tirando da carteira um conjunto de cordas que agora nunca se separa, mandou-me pôr de joelhos e esticando-me os braços para trás amarrou-mos aos tornozelos. Depois mandou-me inclinar a cabeça na mesma direcção e passando-me uma corda em torno do pescoço amarrou-ma igualmente aos tornozelos. Assim imobilizado Bárbara passou ao assunto que a levava ali e comentando que pela silhueta do fecho das calças não duvidava que ele tivesse um martelo de grande envergadura pediu-lhe que baixasse as calças e lho mostrasse para ela começar por deliciar sua vista em tal coisa, o que o negro fez prontamente gabando muito seu dote, que de facto agora que o víamos, não desmerecia em nada as palavras. Deveria ter bem perto de 30 cms. de comprimento e era bojudo como nunca vi, circuncidado na ponta e com aspecto tão robusto que me admirei como conseguia ele andar direito com tal peso suspenso. Bárbara exprimiu satisfação por aqueles abonados orgãos de macho.

- Isso sim! – comentou – Isso é um verdadeiro cajado de macho. Não admira que um homem assim tão preenchido viva com três mulheres e ainda tenha tesão para uma quarta.
Sem tirar a saia mas despindo os seios roliços e muito bem feitos, ajoelhou-se perante ele e fez-lhe aquilo que eu tantas vezes lhe pedi para me fazer mas ela sempre se recusou dizendo-me meter-lhe nojo: numa posição de puta submissa chupou os tomates e o pau do negro sorvendo-os como uma guloseima ao mesmo tempo que o punheteava deleitando-se em receber-lhe o sumo branco que ele ia soltando.

- Aproveita branquinha gostosa – dizia-lhe o negro batendo-lhe com a piroca na face sempre que ela engasgada fazia um intervalo na mamada- Aproveita que não levas com um cacete destes todos os dias.

Meu piçalho apresentava agora seu tesão que mesmo assim era 1/3 do dele e o negro aproveitou para comentar que pelos vistos eu tinha mais tesão vendo minha esposa consolando outro do que quando me queria consolar ela a mim. Para demonstrar ainda mais sua superioridade sobre mim passou a agarrá-la pelos cabelos fodendo-lhe a boca demoradamente e insultando-a de brochista. Apesar de alguma violência na sua atitude eu podia bem ver como Bárbara estava gostando de ser dominada pois de vez em quando quando ele tirava a pila da boca dela para a deixar respirar e era a própria Bárbara quem lha conduzia e às bolas para o vale das sua mamas e as apertava com força para melhor sentir aquela massa de carne compacta, dizendo-lhe que aquele era o melhor caralho que sua boca já petiscara e o seu leite o melhor do mundo. Eu estava pingando.

- O esporra barato ainda vai sujar o chão – observou o negro.
- Vamos tratar de evitar que isso aconteça com um cinto de castidade improvisado – retorquiu-lhe minha esposa.

Como meu pauzinho estava todo no ar Bárbara veio ter comigo e pressionando-mo com as mãos para baixo deixou-o apontando para o chão. Com outra corda deu-lhe depois um nó na ponta e estendeu esta de modo a atar a outra ponta também nos tornozelos. O negro pareceu gostar de me ver com o genital atado e impossibilitado de demonstrar sua erecção pois o seu bastão subiu ainda mais e ele disse a Bárbara que era chegado o momento de lhe dar a provar na sua rachinha aquele membro que tanto lhe consolara a boca e as mamas. Advertiu-a que lhe iria fazer doer já que a rata dela tinha pouco uso, não era pelos vistos como a das mulheres dele que todas as manhãs apanhavam nelas quando ele regressava a casa do trabalho, mas Bárbara respondeu-lhe não se importar com isso já que desde há muito andava ela com vontade de ser arreganhada. O guarda do armazém conduziu-a então para cima de uma mesa larga onde a deitou, tirando-lhe só agora a saia e a calcinha. Mirou-lhe a racha do meio das pernas, adivinho que com ar guloso.

- Oh, que pétala em flor tens tu aqui, branquinha esfomeada. E que lábios tão inchados ( tocou-lhe com as mãos fazendo-a gemer e contorcer-se de prazer). E que boquinha rosada tão fechada no meio deles. Quem me dera que a cona das minhas mulheres estivesse ainda assim. Agora sim acredito em ti, poucas vezes levastes com um caralho de macho por ela dentro.
Dizendo-lhe então que ela fora muito boa para ele chupando-lhe o pau ele queria retribuir agora lambendo-lhe o grelinho para não a fazer doer tanto quando lho metesse. Levantando-lhe as pernas para o alto e prendendo-as com as mãos mergulhou o rosto no meio delas e devia ter bastante jeito para o minete pois não tardou muito que eu sentisse Bárbara vir-se.
- És bom em tudo – disse-lhe Bárbara quando ele se levantou sugando-lhe os sucos do prazer – não és como o pila mole que está ali amarrado que nem com a boca sabe foder. Mas só a tua língua não me basta, quero sentir o teu canhão abrindo-me toda que já há muito tempo não sei o que isso é.

- Fica descansada – volveu-lhe o homem – não tarda estás a senti-lo por ti acima pois vou-to enterrar até aos colhões..

Levantou-lhe as pernas ao alto, cuspiu no pau dizendo-lhe que Bárbara tinha a cona virgem para um pau daquelas dimensões e esfregou-lho nos lábios. Minha mulher gulosamente friccionou suas coxas dizendo-lhe como era bom sentir a cabeça daquele membro beijando-lhe a entrada da rata, mas quando ele lho começou a meter Bárbara soltou um grito que o fez tirar fora.

- És mesmo apertadinha – voltou a esfregar a cabeça da pila na rata dela masturbando-a agora com o dedo durante algum tempo para a deixar mais relaxada até a sentir novamente humedecida. Só então voltou a meter um bocadinho mas mais uma vez teve de parar pois Bárbara não aguentava. Repetiu mais duas ou três vezes a operação até finalmente a cona de minha mulher conseguir engoli-la toda. Eu confesso que após a enrabadela que ela me fizera sofrer naquela noite e graças à qual ficara com o cu a sangrar estava satisfeito por ver como também para ela aquela penetração estava sendo dolorosa. Mesmo depois de a ter toda lá dentro, e apesar de se ter entregue toda, de as mãos do negro lhe percorrerem o corpo e de os seus lábios lhe morderem as orelhas como ela tanto aprecia e dos beijos na boca que lhe ia dando, Bárbara não parou de gemer algo que nunca aconteceu quando era eu quem a montava. O negro deu-lhe durante bastante tempo. Eu não perdia pitada daquela cena e se não tivesse a pila amarrada para baixo esta apresentar-se-ia totalmente erecta.

- Vê como se satisfaz uma mulher, corno – dizia-me ele metendo e tirando o dardo enquanto as pernas de minha mulher se lhe entrelaçavam por detrás do pescoço – é preciso ter-se uma piça e colhões de homem para se conseguir satisfazer uma mulher como eu satisfaço, e não umas coisinhas miudinhas como tu.

Bárbara entre gemidos e quase a vir-se concordava com ele, afirmando que as mulheres dele eram bem mais felizes do que ela pois se podiam satisfazer numa vara assim e que paneleiros como eu deviam ser castrados para só poderem foder com o cu.
- Já que gostas tanto da minha vara, branquinha apertadinha – disse-lhe – vou-ta dar a provar noutra posição.

Virou-a de costas na mesa e por trás fez-lhe novo minete. Ainda pensei que lhe fosse ao cu e exultei com a ideia, ver Bárbara sendo enrabada tal como eu fora seria o máximo, mas o tipo não se atreveu a tal ou talvez não gostasse de comer cu, embora a sua língua se lhe tivesse passeado no olhinho traseiro dela. Minha mulher parecia ter esquecido a dor pois lhe pedia com voz lânguida que lhe voltasse a meter o que ele fez sem presas. Quem me dera conseguir aguentar-me tanto tempo como ele e poder saber como é uma mulher a vir-se com a minha pila dentro dela, como Bárbara se estava vindo agora mais uma vez antes de levar com a esporra dele.

- Nada como um caralho africano para dar prazer a uma esposa tão necessitada – gabou-se o guarda do armazém. Mas Bárbara queria mais. Dizendo que quem durante os últimos tempos tivera uma vida sexual tão pobre só duas fodas não lhe bastavam desafiou-o a pô-la de pé uma terceira vez.

- Um caralho tão grande como o teu de certeza que é capaz de tal desafio – provocou-o – as tuas três mulheres afinal têm mais oportunidades do que eu de o provarem noutras alturas pelo que hoje bem podem prescindir da sua foda matinal em meu proveito.
O sujeito retorquiu-lhe que pô-la em pé só dependia do esforço dela.

- Três fodas dou eu todas as manhãs. Só preciso é que no intervalo de cada uma delas me façam uma boa chupadela como aquela que me fizeste há pouco.

Bárbara entendeu a mensagem e fez-lhe novo broche na piroca melada. Mas desta vez o piçudo negro deitou-se por cima com o nariz enterrado entre as pernas dela, entretendo-se ambos num delicioso 69 que me fez crescer água na boca. Bárbara parecia mesmo uma puta, quem me dera que ela fosse assim puta comigo e que eu durante o acto me conseguisse comportar como o guarda do armazém para merecer que ela fosse assim puta comigo. O caralho do negro depois da monumental esporradela que acabara de lhe dar estava murcho quando minha esposa o meteu à boca mas à medida que o 69 ia continuando não tardou a engrossar pois eu bem via que Bárbara abria bem a boca para o poder receber.

. Quero que me fodas outra vez – pediu-lhe sentindo-o no ponto de rebuçado. – Se me deres outra foda prometo que não te peço mais nada.

O negro sentindo-se operacional apressou-se a fazer-lhe a vontade. Sentou-se na borda da mesa e colocando-a no seu colo deu-lhe mais duas trepadas com Bárbara por cima dele. Primeiro sentou-a sobre as suas coxas com as costas encostadas na barriga dele, e depois ao contrário, de frente para ele, barriga com barriga. E como Bárbara pulava à medida que ele a ia cavalgando com força, parecia que aquele pau enorme agora já não a fazia doer, antes a satisfazia inteiramente. Mas desta vez Bárbara não quis que ele se viesse dentro dela. Dizendo-lhe querer sentir um banho de esperma pediu-lhe que a tirasse fora e que se esporrasse sobre ela apontando-lhe a pila para a cara e as mamas de modo a deixá-las bem cobertas com o leite dele o que ele fez. Que inveja me provocou a quantidade de esperma que ele parecia nunca mais acabar de ejacular e que Bárbara tratou de espalhar ao longo do corpo com as mãos.
- Oh sim – voltou a exclamar – isto é leite de macho, o paneleiro do meu marido não tem colhões capazes de produzirem assim tanto leite. Aprendeste como se come uma mulher, panasca? Lambe-me toda, pode ser que te faça nascer alguma nos teus tomatinhos, embora eu duvide.

Desamarrou-me os tornozelos e eu lambi a langonha salgada e ainda morna que o outro lhe depositara até a deixar limpinha. Pude ver que a acção da minha língua nos seus mamilos e na racha lhe deu prazer e percebi que dali para a frente seria esse o único favor sexual que iria obter dela. Não me importei pois percebi igualmente que pelo menos assim eu ia poder continuar a punhetear-me vestido com as roupas interiores dela que me davam tanto tesão.
- Se o teu marido continuar a não dar conta do recado, branquinha – disse-lhe o negro quando se despediram com muitos beijos na boca – podes voltar cá as vezes que quiseres que dou-te outro tratamento igual. Pode ser que com o tempo ele aprenda a ser homem embora não o creia pois estas coisas ou nascem no berço, ou simplesmente não. Bárbara também era da mesma opinião.

- Fica descansado – retorquiu-lhe – Mulher alguma que prove do teu cacete sente mais vontade de provar do dele. E eu fiquei a apreciá-lo tanto que se quiseres continuar encornando tuas mulheres como eu quero continuar a encornar este punheteiro transformista, terei todo o gosto em continuar a cá vir.

Oh, como minha pila minúscula subiu ouvindo aquilo. Sinceramente começou a parecer-me bem melhor ver minha mulher pôr-me os cornos com um homem tão abonado, do que fodê-la eu próprio. De facto ou se nasce ou não. Naquela noite aprendi que eu nascera para tocar punheta, apanhar no cu e ser corno. Abençoado Destino!
Autor: EUGÉNIO SADOC
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